Os Discipulos do Leão

"Dos gaditas passaram-se para Davi à fortaleza no deserto, homens valentes, homens de guerra para pelejar, armados de escudo e lança; seu rosto era como de leões, e eram eles ligeiros como gazelas sobre os montes..." I Cr 12:8.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Projeto LXX





O exemplo de Estevão

At. 6:1-15
1 Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano. 2 E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. 3 Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. 4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. 5 E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia; 6 E os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos. 7 E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé. 8 E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. 9 E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos libertinos, e dos cireneus e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilícia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. 10 E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava. 11 Então subornaram uns homens, para que dissessem: Ouvimos-lhe proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus. 12 E excitaram o povo, os anciãos e os escribas; e, investindo contra ele, o arrebataram e o levaram ao conselho. 13 E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei; 14 Porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu. 15 Então todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo.

- O líder sempre é levantado primeiramente em tempos de carência, também em tempos de opressão, mas quando ele é levantado em tempos de crescimento... Ninguém pode o resistir. (At. 6:10 - 10 E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava).

Vemos que a murmuração partiu dos novos discípulos (gregos), e com toda razão. A mesa de banquete, sobresai aos olhos como um momento de comunhão celular dos mais novos ou diria necessitados da palavra. Pois no contexo espiritual, viuvas, orfãos e necessitados nos remetem ao entendimento dos mas fracos ou sem cobertuta. Na extratégia celular protegemos os mais fracos, até que se tornem fortes o suficiente para se tornarem cobertura de outros. Assim podemos entender, que o ato de atentarmos aos novos discípulos pode configurar o sucesso do nosso futuro (At. 6:3b - aos quais constituamos sobre este importante negócio). O "importante negócio" na verdade é garantir a colheita de novos discípulos Líderes.

-A Visão Celular no Modelo dos 12 nasceu para que os discípulos tivessem melhor suas necessidades atendidas. Os pastores passam a ser multiplicadores de unção. (At. 6:2 - 2 E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas; At. 6:6 - 6 E os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.).

- Todo líder é separado por Deus, e de uma forma perfeita ( "7" foi o número dos escolhidos entre o povo). Há alegria entre os discípulos na sua posse. (At.6:3-6 - 3 Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. 4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra. 5 E este parecer alegrou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia).

- Todo líder separado trás crescimento e fortalecimento para aquele que é seu mentor e sacerdote. ( At. 6:7 - 7 E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé). Essa passagem é citada logo após os Apóstulos terem orado sobre os novos líderes. Também vemos que quando ungimos um novo líder, também produzimos um novo agente influenciador. Pois a unção nova é capaz de produzir novidade até em líderes velhos ( At. 6:7c - e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé).

- Sendo o líder levantado no propósito ele deve permanecer neste propósito, até que o mesmo seja cumprido. Nunca ponha a perder sua unção. Cumpra o propósito. Sobre a pena de que se não o cumprir, acabe perdendo sua Paz (At. 6:9d -  e disputavam com Estêvão). A disputa pelo crescimeto gera interiormente prejuiso no Lider e no Reino. De forma que seu objetivo deturpa-se em conflito com seu ego. Nunca esqueça que tudo tem seu tempo e todos tem um tempo, sempre diferentes uns dos outros, então se alegre com os frutos do seu chamado. Assim ele nunca deixará de produzir para sua alegria e a do Pai em primeiro lugar.
A princípio, a disputa pode gerar crescimento e benefícios ao Reino. Contudo por fim azeda, frustra e mata o sonho de quem aos olhos humanos tenha perdido o pário. Na verdade todo o lucro deve ser revertido ao reino. Assim todos ganham.

(At. 6:8 - 8 E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo).
- Existe um abismo muito grande entre A Obra de Deus e o que eu quero fazer Na Obra de Deus. A unção derramada sobre a vida  do Líder é inseparável de si mesma. Vida e unção para aquele que é chamado são uma coisa só. Por isso não perca sua unção, permaneça no propósito ao qual foi chamado. Para que no futuro não possam ler em sua epígrafe " Este, saiu do propósito".
Todo líder é treinado em sua caminhada. Assim, esta caminhada tem um propósito dinâmico, hora isso é prioridade ao Reino, hora aquilo é realmente prioridade ao Reino. No Reino, O Rei determina a prioridade do seus liderados. De outra forma qualquer ato de despriorizar o que foi dito pelo Rei como prioridade é passível de entendimento de rebeldia perante a coroa. Em alguns casos a pena é a morte e em outros a paga de multas e outros honorários. Estevão sem duvida alguma era cheio do Espirito Santo e de Sabedoria. Tinha um futuro quem sabe, Apostólico, pois já agia como os Apóstolos no meio do povo. Mas naquele momento a prioridade da sua chamada era servir a mesa. Precisamos honrar nosso chamado em todos os tempos. Tempos de ser colocado sobre a penha e tambem tempos de estar atrás das malhadas. O importante é cumprir o chamado, com resignação, umildade e fé. No entanto Estevão aparentemente deixou a mesa de lado e decidiu exercer um chamado Apostólico, sabendo que, se fora do chamado, fora da cobertura. Foi apedrejado e morto, mesmo com toda a demosntração da Divindade que havia dentro dele.
(At. 7:59-60 - 59 E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. 60 E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu).
Seja um líder no propósito!

Pr. Wellington Printes

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